segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Sonhos Reveladores: A morte pode estar ao seu lado parte 7


Na minha cidade existem 3 cemitérios, e o que era considerado o principal foi abandonado a alguns anos por conta de comentários e filmagens que comprovavam que o lugar era assombrado, o pessoal ficou com medo e não frequentou mais o local, apenas algumas pessoas ainda iam visitar os túmulos de seus parentes.
E é claro, o local virou motivo para estudos e curiosidade.                    
O problema é que aquele lugar me atormenta, toda vez que passo por lá sinto como se os espíritos me chamassem.
-Hey Bru, você não pode ir [Victória]
-Pois é, mas vou ter que ir né [Bruna]
-Se quiser fujo com você pra outro lugar [Gil]
-Não precisa, eu aguento [Bruna]
-E quanto ao o que você viu ontem? [Dionatan]
-Não sei... [Bruna]
Dionatan me abraça
-A gente tá aqui pra o que der e vier mana [Dionatan]
-É isso mesmo [Fernanda]
-Obrigado galera [Bruna]
*****
Estamos chegando no cemitério, já de cara senti um arrepio, mas vou tentar ignorar.
Gil fica de mão dada comigo para o caso de eu me sentir mal.
-Você está bem? [Gil]
-Sim [Bruna]
-Está vendo alguma coisa? [Gil]
-Não, só uma menininha que aparenta ter morrido com seis anos [Bruna]
-Ela te diz algo? [Gil]
-Não, só me encara [Bruna]
-Hey mana, o professor chamou, ele quer contar sobre o que aconteceu nos furtos de ossos [Dionatan]
Fomos ao redor do professor. Ele estava explicando sobre os ladrões que entravam no cemitério para roubar pertences dos mortos  e até alguns ossos para vender.
-Professor, é melhor a gente sair daqui [Bruna]
-Bruna, não me diga que tem medo de cemitérios? Pensei que rockeiros curtissem cemitérios [Professor]
-Não tenho medo, só acho melhor sairmos, alguém mexeu em um pertence de um falecido [Bruna]
-Quem foi Bruna? [Gil]
-Não sei, mas alguém pegou uma rosa [Bruna]
-Vamos sair antes que a Bruna surte [Professor]
De repente os portões do cemitério se fecham
-Ouou [Fernanda]
-Ferrou [Amanda]
-Alguém me ajuda a abrir por favor? [Professor]
Começa uma ventania e as coisas voam, ruídos muito fortes nos insurdecem.
Todos gritam por socorro
Caí de joelhos no meio de tudo aquilo, eu só pensava em tapar meus ouvidos, chorava, estava em pânico.
-DEVOLVAM A ROSAAA [Bruna]


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