-Com licença [Médico]
Interrompemos o assunto
-Gostaria de dizer que a Bruna já pode ir pra casa,
não corre nenhum risco, apenas bateu a cabeça, por isso desmaiou [Médico]
-Que bom [Charlote]
-Bom mesmo [Bruna]
Fomos para casa, mas logo que minha mãe foi trabalhar
me arrumei para sair com os meninos
-Beleza, já aproveitamos e ensaiamos um pouco [Gil]
-Sim, mas vamos sair daqui [Bruna]
*****
-Está tudo bem Bruna? [Victória]
-Está sim, agora vamos ensaiar pra depois sair [Bruna]
-Ok [Fernanda]
"Chega a noite e eu me escondo, não,
Não adianta,
Elas estão sempre aqui, em meus ouvidos, se refletindo
Em meus olhos.
Poderia ser apenas um pesadelo,
Eu adoraria que fosse.
Mas não é...
São as mesmas vozes sempre,
Os mesmos rostos, o mesmo fim.
Eu queria ser normal,
Acordar e saber que tudo não passa de um sonho,
Mas não é...
O terror me cerca,
Eu posso ouvir ele,
Vejo a morte junto das pessoas.
Isso me faz querer morrer...
Não, não, eu não quero mais dormir,
Não quero ter que viver essa maldição!
Se a morte está ao meu lado, por que ela não me leva?
Estou presa em um pesadelo sem fim."
As luzes do porão se apagam
-Quem apagou a luz? [Victória]
-Não fui eu [Gil]
-Jeremy? [Gil]
-Não fui eu [Jeremy]
-Hey, quem está segurando meu pescoço? [Dionatan]
-DROGA! [Bruna]

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