quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Sonhos Reveladores: A morte pode estar ao seu lado parte 9


Fui em direção ao vidro do carro e lá estava sendo escrito uma frase
-O que estão escrevendo? [Gil]
-Calma gente, vou tentar ler [Bruna]
-Eu quero minha flor [Bruna]
-Espera, flor? [Gil]
-Putz [Dionatan]
-E agora? [Fernanda]
-Não sabemos quem está com a flor [Bruna]
“Devolvam ou morrerão”
-Precisamos descobrir quem está com a flor [Bruna]
-Mas e se comprássemos outra? [Gil]
-Não adianta Gil, seja quem for, quer aquela flor e mais nada [Bruna]
Saí em direção ao portão
-Aonde está indo Bru? [Dionatan]
-Ao cemitério [Bruna]
-Fazer o quê? [Dionatan]
-Descobrir de quem era a flor [Bruna]
Fernanda, Dionatan e Gil vão atrás.
-ESPERA AÍ [Gil]
-ANDEM RÁPIDO, NÃO TEMOS MUITO TEMPO [Bruna]
-JÁ ESTÁ NOITE SUA MÃE DEVE ESTAR PREOCUPADA [Dionatan]
-DEPOIS FALO COM ELA, ANDEM [Bruna]
Chegamos ao cemitério, estava tudo escuro, era muito frio lá dentro.
Gil puxa minha mão
-Eu vou com você [Gil]
-Não precisa [Bruna]
-Não teima [Gil]
-Affs tá bom [Bruna]
Fomos todos andando pelos túmulos por onde passamos de manhã, até que achei uma pétala de rosa vermelha ao lado de uma lápide.
-Deve ser aqui [Bruna]
-Pierre Corrigan 1990-2006 [Gil]
-Nossa, morreu aos 16 anos [Dionatan]
-Bela garota [Fernanda]
-Verdade [Bruna]
-O que diz na lápide? [Fernanda]
Limpei a poeira e li
-Você prometeu não nos deixar, mas nos deixou, então o deixaremos para sempre... Receba a última rosa [Bruna]
-Mas o quê? [Fernanda]
-Quem seria capaz de escrever isso num túmulo? [Gil]
-Não sei [Bruna]
-Ninguém faria isso com um familiar [Dionatan]
-Parece que “ninguém” existe e mora bem aqui [Bruna]
-Espera, aqui fala a última rosa [Gil]
-Sim, mas o que tem? [Fernanda]
-Não se ligaram, a ÚLTIMA rosa [Bruna]
-Deve ser esta rosa que ela quer [Dionatan]
-Mas como pode ter durado tanto tempo? Estamos em 2013 [Gil]
-Isso eu não sei, mas essa rosa durou sete anos e agora foi furtada [Bruna]
-Impossível [Dionatan]
-Nada é impossível, eu não sei como, mas essa rosa tem algo sobrenatural, e se não acharmos podemos contar nossos dias [Bruna]



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